Bem Vindo!

Este é só mais um novo blog onde você poderá se imaginar vivendo um romance com uma pessoa especial. Aqui nada é platônico e você pode se imaginar sendo a personagem principal. A SUA IMAGINAÇÃO É VOCÊ QUEM CRIA! Siga o nosso blog!

domingo, 20 de março de 2011

3° Capítulo - Imagine Belieber

Vou começar a postar uns capítulos mesmo sem comentários e espero que vocês gostem, esotu tentando ao máximo chegar perto de um começo legal e interessante. POR FAVOR, NÃO DEIXEM DE LER! :)
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De repente, eu comecei a olhar para os lados, tentando desviar os olhares de Justin contra mim, mas nada adiantava.
Ele estava com um olhar fixo contra mim, e ao mesmo tempo, não olhava só para o meu rosto como para meu corpo também.
Eu resolvi jogar com a mesma moeda e fiquei o encarando, para ver se ele prestaria atenção na direção do carro ou continuaria olhando para mim.
Do nada, nós 2 começamos a rir e não paramos mais.
Ali tinha rolado um química. Uma coisa estranha que nunca havia acontecido antes comigo.
Nenhum garoto tinha demonstrado tanto interesse por mim antes, agindo dessa maneira, de ficar me olhando, me encarando e aparentar interesse por me conhecer.
Então chegamos à farmácia e ele me perguntou se precisaria descer pra me acompanhar e eu disse que não, e que não demoraria para voltar.

Comprei a acetona e voltei para o carro, que estava ligado. Achei estranho, mas não aparentei estar confusa... Tentei abrir a porta do carro e Justin acelerou. O carro andou uns centímetros e dava pra eu ouvir as gargalhadas de Justin do lado de dentro.
Comecei a rir e tentei abrir de novo. Justin acelerou mais uma vez e eu fingi ter ficado 'brava', até que ele deu um sorriso largo e abriu a porta para entrar.
Ele pegou na minha mão assim que eu havia sentado e me perguntou se eu tinha outros compromissos. Eu disse que não e ele me fez uma proposta, dizendo que em troca da carona até a farmácia, ele iria passar comigo em casa para deixar a acetona com minha mãe e ir dar aquele passei prometido pela cidade.
Eu aceitei.

Chegamos na tal praça, e já era mais ou menos 7hrs da noite.
Nos sentamos lá e ele começou a me contar sobre coisas que ele ainda gostaria de realizar em sua vida... Como casar, ter filhos.
Foi uma conversa longa, e eu dividi com ele alguns segredos meus, como detestar matemática, não gostar de ir à escola, odiar passar horas trancada em um mesmo lugar...
Foi um desabafo, na realidade.
Viramos amigos naquele instante. Sabíamos várias coisas sobre um ao outro. Coisas que ninguém poderia saber.

Neste instante, resolvi parar de falar e observar um pouco o lugar, e aproveitar o momento.
Comecei a olhar em torno de mim, e quando me virei de volta para o lado de Justin, ele estava com...

SE QUISEREM SABER O RESTO; COMENTEM :)

2° Capítulo - Imagine Belieber

Galera, esotu precisando de umas indicações pro blog, porque ele é novo e quase ninguém está lendo. Eu sei que vou demorar um pouco pra ter várias leitoras que comentam todo dia e pedem novos capítulos... Mas vou postar o segundo porque 4 pessoas já me disseram que a IB está ficando legal :) OBRIGADA!
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Cheguei em meu apartamento e meus pais ainda não haviam chegado... Fiquei pensando como tinha sido interessante aquela tarde... Eu re-vi uma antiga amiga, que coincidentemente poderia enfrentar todas as loucuras feitas por garotos junto a mim, e ainda conheci uma pessoa interessante! O Justin Bieber.
Até eu estou me achando uma caipira por estar inacreditada por vê-lo, mas eu nunca havia visto um famoso em minha frente, muito menos um que se interessasse pelo meu nome ou por quem eu era. E com um detalhe: Ele se ofereceu para dar uma volta comigo para me apresentar à lugares interessantes de minha nova cidade!
Estou um pouco empolgada, confesso. Ele além de ser bonito, é gentil e simpático.

Meus pais de repente chegaram e eu perguntei à meu pai se ele estava se sentindo melhor, e se precisaria tomar algum medicamento. Ele respondeu que não, e que sua pressão já estava regulada. Tudo voltou ao normal.
Fui para meu quarto fazer a minha lição de física e liguei para Dani, pra ver se ela podia me passar a matéria que eu havia perdido indo embora das últimas aulas.
Ela trouxe seus 2 cadernos até a minha casa, que ficava em média uns 3 quarteirões de seu apartamento.
Agradeci e corri de volta à minha escrivaninha para passar tudo à limpo.

No dia seguinte, com mais tempo para conversar com Dani, contei à ela quem havia encontrado na rua e pedi para que ela guardasse segredo. Imagine se ela passa essa notícia a alguém e já logo irão achar que estou tendo um 'caso' com Justin.
Ela me disse que ele têm milhões de fãs chamadas 'Beliebers' e que elas não acham nada agradável quando ele aparece com uma nova garota, ou é clicado perto de uma. E que se eu estivesse afim de conhecer novos lugares com ele, não era pra eu desperdiçar essa chance, já que ela não faria o contrário.

Passaram-se 2 dias e eu não vi Justin. Nem sinal dele para irmos a tal praça. Eu comentei com minha mãe quem eu havia encontrado na rua e ela ficou maravilhada. Ela me disse que acha legal o fato de a primeira pessoa que conheci em Atlanta seja um famoso, e além disso, me disse que se eu quisesse falar com ele, eu poderia, mas também me alegou que é difícíl ser amiga dele pessoalmente e ficar com essa fama de 'apenas colega' na mídia.
Poxa, eu sou uma garota que nunca beijou na boca de ninguém e que nunca saiu com um garoto. Eu não estava eufórica para dar meu primeiro beijo nele, ou coisa parecida. Eu só queria poder saber como é a vida de alguém que é motivo de muitas garotas serem felizes e fortes em um relacionamento.

Quando voltei da escola, minha mãe pediu para que eu caminhasse até a farmácia para comprar um vidro de acetona, pois ela havia derrubado o seu último frasco e a acetona estava derramada ao chão.
Nem estava imaginando a hipótese de Justin Bieber aparecer neste exato momento para vir me cumprimentar. Eu estava com a cabeça na farmácia e na acetona, e sinceramente, mesmo que eu estivesse pensando nele, eu consideraria o fato de não ser lembrada, pois acredite... É tanta gente pedindo autógrafo e foto para o coitado, que eu podia ser só mais uma na rua, se ele me reencontrasse.

Mas ele apareceu. Estava de bermuda, óculos escuros, e cabelo molhado. Parecia que havia voltado da piscina, ou coisa parecida.
Me cumprimentou, e disse:
- Luisa, que bom te ver por aqui. E o convite? Ainda não tem uma resposta?

Eu sorri e disse:
- Hey Justin! É bom te ver por aqui também... Ah, eu aceito sim... Por que não? (risos)
Mas agora estou indo à farmácia comprar uma coisa para minha mãe. Ela está precisando disso no momento. (risos)

Justin me perguntou preocupado:
- Do que ela precisa? Ela está doente? Precisa de um remédio?

E eu disse:
- Hahahaha, não! Coisa de mulher... Ela estava pintando suas unhas e borrou seu esmalte, mas quando foi pegar a acetona, virou o vidro e me pediu para que eu comprasse um novo. Ela não vive sem as suas unhas feitas. Hahaha!

Ele sorriu, e falou:
- Ah, como não? Tenho uma mãe, uma madrasta, uma irmã, e milhões de fãs! Sei como é o capricho das garotas... Quer uma carona? A farmácia não é tão próxima... Eai?

Respondi indecisa:
- Pode ser, se você ofereceu, por que não aceitar? (risos)

Quando entrei em seu carro, não pude deixar de ficar inacreditada e soltei:
- Justin, este carro é enorme. Nunca tinha entrado em um igual. Já havia visto uns mais estranhos do que esse, e já vi algumas limusines, mas o seu carro é diferente. Não sei por que mais ele chamou minha atenção, hahahaha!

Ele respondeu:
- Sabe... Todos me dizem isso! Me dizem que eu sou muito novo para dirigir um carro desse porte, que eu não tenho responsabilidades e que é um disperdício um carro desses vir parar em minhas mãos. Mas quer saber? Eu não ligo para o que os outros pensam de mim. Agora mudando de assunto... Você fala bem o inglês, mas percebi que seu sotaque é diferente. De onde você veio?

Eu rapidamente contei uma breve história:
- Ah, eu sou brasileira, com pais também brasileiros, mas não vivo no Brasil por causa do emprego de meu pai. Nós mudamos de área a cada 2 anos e quase já rodei o mundo inteiro.
Não gosto muito desse estilo de vida, de pé na estrada e de ficar mudando de casa, de vida e o pior: De amigos! Acabei de voltar da Dinamarca, e como já disse, sou nova pela América. (risos)

Justin pareceu mais interessado, dizendo:
- Jura? Eu tenho muitas fãs do Brasil... Na verdade, a maioria delas são da mesma nacionalidade que você. Elas são as mais carinhosas e loucas do mundo. São muito atraentes e inteligentes também, do jeito que eu gosto.
(Ele olhou pra mim como se estivesse dando uma indireta, e ao mesmo tempo, me encarava.)

Comentem Beliebers :)

1° Capítulo - Imagine Belieber

Gente, primeiramente gostaria de falar que é o nosso 1° post aqui no Blog, e eu vou tentar escrever tudo com o maior capricho e cuidado pra que saia tudo perfeito e emocionante pra vocês :)
Deixa eu pedir um favor? Indiquem o nosso blog se acharem que a IB esteja ficando boa? Obrigada!
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Me chamo Luisa, tenho 14 anos, sou uma simples garota. Não sou lôra, das pernas grossas e nem morena da canela fina. Enfim... não sou a garota perfeita de todos as histórias com um bom final feliz, ou talvez seja.
Sou ruiva, tenho olhos verdes, pareço uma criança, mas as pessoas juram ver uma personalidade adulta em mim. Aparentemente, eu não acredito.
Sou brasileira, e vivo na Dinamarca, e um dos maiores motivos dessa minha imigração, foi o trabalho de meu pai, que coincidentemente, gera à minha familia nômade, a trasferência de casa a cada 2 anos.
Não temos moradia fixa e vivemos numa casa alugada, com 3 andares, de madeira, branca, e totalmente mobiliada. É incrível o seu tamanho e o porquê de 3 pessoas terem uma casa tão grande e tão bonita.
Quando nasci, meu pai, que é brasileiro, havia sido trasferido em seu trabalho para a Austrália, e foi lá que meus pais me fizeram.
Quando foi marcada a data de meu nascimento, minha mãe resolveu que iria me ter no Brasil, assim como minha avó a teve, e minha outra avó havia tido o meu pai.
Minha mãe acreditava que não seria legal ficar dando satisfação às pessoas no futuro do porquê de eu não ser brasileira como meus pais, e além disso, o sonho de minha mãe sempre foi ter filhos nascidos em um país tão maravilhoso, abençoado e tropical.
Assim que nasci, meus pais voltaram na mesma semana para a Austrália, onde passamos os últimos 7 meses do trabalho de meu pai naquele país, e fomos transferidos para o Reino Unido.
Minha vida foi extamente assim. Um vai-e-vem, uma mudança inacabável, uma troca de país horrenda.
Agora com 14 anos, assim como já tinha dito, vivo na Dinamarca. Um país incrível, como nenhum outro que eu já teria morado. A Dinamarca é fria ou fresca. Aqui não me falta coisas para fazer, e tenho meus passatempos, como ajudar minha mãe em uma fazenda onde ela como veterinária trabalha, e passo tempos com a minha 'avó' de consideração, colhendo uvas no vinhedo.
Daqui 3 meses, essa calmaria e vida de princesa, estava resgistrada para ser mudada totalmente. Estou indo com meus pais, morar nos Estados Unidos da América, no estado da Geórgia.
Sempre fui uma garota de campo, apesar de já ter morado em Paris, Londres, e lugares movimentados.
Nunca tive tanto contato com a rua a fora de meu muro, e também não fui daquelas de ter 'aulas particulares' e ser uma garota 'sem amigos'.
Pelo contrário... Eu ia para uma escola diferente a cada 2 anos e fazia novas amizades por onde passava.
Não sou uma garota de me trancar em um quarto para escrever num diário e ouvir música.
Prefiro botar minha mão na massa, ou melhor, na terra, para poder me divertir.
Aventuras são sempre boas, para qualquer pessoa, especialmente para mim.
Chegou o dia em que eu pegaria um vôo, e iria para um novo lar.
Um apartamento caríssimo em Atlanta, em uma super cobertura, que Deus me perdõe falar, mas era horrivel chegar numa sacada dessas e olhar para baixo.
Desfiz minha mudança inteira e logo em 4 dias em meu novo 'lar', nossos móveis já estavam completos, meu quarto havia ficado do mesmo jeito que as minha outras casas, e tudo voltou ao normal.
Fui para uma escola nova, particular, e tinha que me dar bem nas matérias este ano, como todos os outros em minha vida.
Mas havia uma exceção.
Todos os garotos no primeiro dia de aula, ficavam me olhando, mandando indiretas, e com aquela vontade imensa de 'pegar geral' ou 'cair matando' sobre mim.
Tentei evitar o contato, e fui surpreendida ao ver que havia caído na mesma sala que uma amiga minha, que eu tinha conhecido aos 11 anos, na Suécia.
Ela se chama Dani, e estava em seu primeiro dia de aula, sofrendo os mesmos 'assédios' que eu.
Sentamos juntas e tentamos matar a saudade, quando o professor de física entra na classe, com um humor ótimo, disposto a dar uma rápida aula, com animação.
Depois, eu e Dani fomos à cantina, para comprarmos algo para comer e eu recebo uma ligação de minha mãe, dizendo que meu pai estava com pressão baixa e eu teria que voltar à minha casa.
Quando retornei, meu pai havia ido ao médico e deixado um bilhete, dizendo para eu ficar em casa, tomando conta das coisas, e assistir um pouco de televisão, até que ele voltasse com minha mãe.
Resolvi descer para dar uma volta, afinal, eu era a nova cidadã naquela sociedade enorme e luxuosa.
Não sei porquê viver em meio à tanto dinheiro e riquesa.
Queria minha vida de volta, mas não vou reclamar pelo o que tenho agora, e não vou decepcionar meus pais. Eu já aceitei tantas vezes mudar de território e de casa, que dessa vez, ia ter que me acostumar de qualquer jeito.
Estou passeando pela calçada, admirada com um carro cinza, enorme, na verdade era uma caminhonete, eu nunca havia visto nada igual. Cheguei bem próximo ao carro, e um garoto chegou por trás de mim e me perguntou se poderia me ajudar, ou se eu queria alguma informação.
Eu respondi que não, e que só estava dando uma olhada no carro, que era incrível.
Ele perguntou meu nome e eu respondi:
- Luisa, sou nova por aqui.

Ele sorriu e se apresentou:
- O meu nome é Justin, Justin Bieber, e este carro é meu.

Eu fiquei paralisada. Nunca fui das garotas alucinadas por uma pessoa famosa, mas me dei conta de que ele era o tal 'cantor sensação do momento' e disse:
- Eu não acredito! Você é o cantor teen, que cantou Someday At Christmass para o presidente e a sua esposa?

Ele sorriu novamente e disse que sim.
Eu estava inacreditada, deixando uns pensamentos estranhos correrem pela minha cabeça e disse:
- Prazer, vim há pouco tempo da Dinamarca, e não conheço ninguém por aqui, e quando saio para dar uma volta apenas para conhecer a vizinhança, conheço alguém famoso. (risos)

Ele então, me disse:
- Ah, já que está tentando conhecer as coisas por aqui, não custa eu te dar uma ajuda. Quero que você tenha uma boa impressão dessa cidade, e por isso posso te levar uma hora dessas para uma praça que eu conheci à uns 2 anos atrás. É o ponto principal daqui, e é realmente incrível.

Eu agradeci, e percebi que ele me encarava a todo instante...
- Ah sim! Eu gostaria muito de conhecer essa praça, vamos combinar uma hora, e você me apresenta à lugares que você goste.
Agora tenho que voltar pra casa, minha mãe levou meu pai ao hospital pois ele estava com pressão baixa e em qualquer momento desses eles retornam e não irão me encontrar em casa... E, a propósito, seu carro é lindo!

Ele respondeu:
- Obrigada, comprei ele assim que tive condições, pois meus objetivos com o dinheiro ganho era dar o de melhor para minha mãe, que sempre deu o de melhor para mim, e comprar este carro, que se chama Range Rover, mas eu apelidei de Elisa. (risos) Bom, até outra hora então Luisa, agente se encontra por aí.

Eu disse:
- Claro! Agente se vê logo! (Dei um beijo na bochecha dele, e caminhei em direção ao meu apartamento).

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Gente se quiserem dar sugestões, sintam-se à vontade. É disso que eu preciso pra continuar postando! Não esqueçam de comentar!