Bem Vindo!

Este é só mais um novo blog onde você poderá se imaginar vivendo um romance com uma pessoa especial. Aqui nada é platônico e você pode se imaginar sendo a personagem principal. A SUA IMAGINAÇÃO É VOCÊ QUEM CRIA! Siga o nosso blog!

domingo, 20 de março de 2011

1° Capítulo - Imagine Belieber

Gente, primeiramente gostaria de falar que é o nosso 1° post aqui no Blog, e eu vou tentar escrever tudo com o maior capricho e cuidado pra que saia tudo perfeito e emocionante pra vocês :)
Deixa eu pedir um favor? Indiquem o nosso blog se acharem que a IB esteja ficando boa? Obrigada!
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Me chamo Luisa, tenho 14 anos, sou uma simples garota. Não sou lôra, das pernas grossas e nem morena da canela fina. Enfim... não sou a garota perfeita de todos as histórias com um bom final feliz, ou talvez seja.
Sou ruiva, tenho olhos verdes, pareço uma criança, mas as pessoas juram ver uma personalidade adulta em mim. Aparentemente, eu não acredito.
Sou brasileira, e vivo na Dinamarca, e um dos maiores motivos dessa minha imigração, foi o trabalho de meu pai, que coincidentemente, gera à minha familia nômade, a trasferência de casa a cada 2 anos.
Não temos moradia fixa e vivemos numa casa alugada, com 3 andares, de madeira, branca, e totalmente mobiliada. É incrível o seu tamanho e o porquê de 3 pessoas terem uma casa tão grande e tão bonita.
Quando nasci, meu pai, que é brasileiro, havia sido trasferido em seu trabalho para a Austrália, e foi lá que meus pais me fizeram.
Quando foi marcada a data de meu nascimento, minha mãe resolveu que iria me ter no Brasil, assim como minha avó a teve, e minha outra avó havia tido o meu pai.
Minha mãe acreditava que não seria legal ficar dando satisfação às pessoas no futuro do porquê de eu não ser brasileira como meus pais, e além disso, o sonho de minha mãe sempre foi ter filhos nascidos em um país tão maravilhoso, abençoado e tropical.
Assim que nasci, meus pais voltaram na mesma semana para a Austrália, onde passamos os últimos 7 meses do trabalho de meu pai naquele país, e fomos transferidos para o Reino Unido.
Minha vida foi extamente assim. Um vai-e-vem, uma mudança inacabável, uma troca de país horrenda.
Agora com 14 anos, assim como já tinha dito, vivo na Dinamarca. Um país incrível, como nenhum outro que eu já teria morado. A Dinamarca é fria ou fresca. Aqui não me falta coisas para fazer, e tenho meus passatempos, como ajudar minha mãe em uma fazenda onde ela como veterinária trabalha, e passo tempos com a minha 'avó' de consideração, colhendo uvas no vinhedo.
Daqui 3 meses, essa calmaria e vida de princesa, estava resgistrada para ser mudada totalmente. Estou indo com meus pais, morar nos Estados Unidos da América, no estado da Geórgia.
Sempre fui uma garota de campo, apesar de já ter morado em Paris, Londres, e lugares movimentados.
Nunca tive tanto contato com a rua a fora de meu muro, e também não fui daquelas de ter 'aulas particulares' e ser uma garota 'sem amigos'.
Pelo contrário... Eu ia para uma escola diferente a cada 2 anos e fazia novas amizades por onde passava.
Não sou uma garota de me trancar em um quarto para escrever num diário e ouvir música.
Prefiro botar minha mão na massa, ou melhor, na terra, para poder me divertir.
Aventuras são sempre boas, para qualquer pessoa, especialmente para mim.
Chegou o dia em que eu pegaria um vôo, e iria para um novo lar.
Um apartamento caríssimo em Atlanta, em uma super cobertura, que Deus me perdõe falar, mas era horrivel chegar numa sacada dessas e olhar para baixo.
Desfiz minha mudança inteira e logo em 4 dias em meu novo 'lar', nossos móveis já estavam completos, meu quarto havia ficado do mesmo jeito que as minha outras casas, e tudo voltou ao normal.
Fui para uma escola nova, particular, e tinha que me dar bem nas matérias este ano, como todos os outros em minha vida.
Mas havia uma exceção.
Todos os garotos no primeiro dia de aula, ficavam me olhando, mandando indiretas, e com aquela vontade imensa de 'pegar geral' ou 'cair matando' sobre mim.
Tentei evitar o contato, e fui surpreendida ao ver que havia caído na mesma sala que uma amiga minha, que eu tinha conhecido aos 11 anos, na Suécia.
Ela se chama Dani, e estava em seu primeiro dia de aula, sofrendo os mesmos 'assédios' que eu.
Sentamos juntas e tentamos matar a saudade, quando o professor de física entra na classe, com um humor ótimo, disposto a dar uma rápida aula, com animação.
Depois, eu e Dani fomos à cantina, para comprarmos algo para comer e eu recebo uma ligação de minha mãe, dizendo que meu pai estava com pressão baixa e eu teria que voltar à minha casa.
Quando retornei, meu pai havia ido ao médico e deixado um bilhete, dizendo para eu ficar em casa, tomando conta das coisas, e assistir um pouco de televisão, até que ele voltasse com minha mãe.
Resolvi descer para dar uma volta, afinal, eu era a nova cidadã naquela sociedade enorme e luxuosa.
Não sei porquê viver em meio à tanto dinheiro e riquesa.
Queria minha vida de volta, mas não vou reclamar pelo o que tenho agora, e não vou decepcionar meus pais. Eu já aceitei tantas vezes mudar de território e de casa, que dessa vez, ia ter que me acostumar de qualquer jeito.
Estou passeando pela calçada, admirada com um carro cinza, enorme, na verdade era uma caminhonete, eu nunca havia visto nada igual. Cheguei bem próximo ao carro, e um garoto chegou por trás de mim e me perguntou se poderia me ajudar, ou se eu queria alguma informação.
Eu respondi que não, e que só estava dando uma olhada no carro, que era incrível.
Ele perguntou meu nome e eu respondi:
- Luisa, sou nova por aqui.

Ele sorriu e se apresentou:
- O meu nome é Justin, Justin Bieber, e este carro é meu.

Eu fiquei paralisada. Nunca fui das garotas alucinadas por uma pessoa famosa, mas me dei conta de que ele era o tal 'cantor sensação do momento' e disse:
- Eu não acredito! Você é o cantor teen, que cantou Someday At Christmass para o presidente e a sua esposa?

Ele sorriu novamente e disse que sim.
Eu estava inacreditada, deixando uns pensamentos estranhos correrem pela minha cabeça e disse:
- Prazer, vim há pouco tempo da Dinamarca, e não conheço ninguém por aqui, e quando saio para dar uma volta apenas para conhecer a vizinhança, conheço alguém famoso. (risos)

Ele então, me disse:
- Ah, já que está tentando conhecer as coisas por aqui, não custa eu te dar uma ajuda. Quero que você tenha uma boa impressão dessa cidade, e por isso posso te levar uma hora dessas para uma praça que eu conheci à uns 2 anos atrás. É o ponto principal daqui, e é realmente incrível.

Eu agradeci, e percebi que ele me encarava a todo instante...
- Ah sim! Eu gostaria muito de conhecer essa praça, vamos combinar uma hora, e você me apresenta à lugares que você goste.
Agora tenho que voltar pra casa, minha mãe levou meu pai ao hospital pois ele estava com pressão baixa e em qualquer momento desses eles retornam e não irão me encontrar em casa... E, a propósito, seu carro é lindo!

Ele respondeu:
- Obrigada, comprei ele assim que tive condições, pois meus objetivos com o dinheiro ganho era dar o de melhor para minha mãe, que sempre deu o de melhor para mim, e comprar este carro, que se chama Range Rover, mas eu apelidei de Elisa. (risos) Bom, até outra hora então Luisa, agente se encontra por aí.

Eu disse:
- Claro! Agente se vê logo! (Dei um beijo na bochecha dele, e caminhei em direção ao meu apartamento).

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Gente se quiserem dar sugestões, sintam-se à vontade. É disso que eu preciso pra continuar postando! Não esqueçam de comentar!

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