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domingo, 20 de março de 2011

2° Capítulo - Imagine Belieber

Galera, esotu precisando de umas indicações pro blog, porque ele é novo e quase ninguém está lendo. Eu sei que vou demorar um pouco pra ter várias leitoras que comentam todo dia e pedem novos capítulos... Mas vou postar o segundo porque 4 pessoas já me disseram que a IB está ficando legal :) OBRIGADA!
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Cheguei em meu apartamento e meus pais ainda não haviam chegado... Fiquei pensando como tinha sido interessante aquela tarde... Eu re-vi uma antiga amiga, que coincidentemente poderia enfrentar todas as loucuras feitas por garotos junto a mim, e ainda conheci uma pessoa interessante! O Justin Bieber.
Até eu estou me achando uma caipira por estar inacreditada por vê-lo, mas eu nunca havia visto um famoso em minha frente, muito menos um que se interessasse pelo meu nome ou por quem eu era. E com um detalhe: Ele se ofereceu para dar uma volta comigo para me apresentar à lugares interessantes de minha nova cidade!
Estou um pouco empolgada, confesso. Ele além de ser bonito, é gentil e simpático.

Meus pais de repente chegaram e eu perguntei à meu pai se ele estava se sentindo melhor, e se precisaria tomar algum medicamento. Ele respondeu que não, e que sua pressão já estava regulada. Tudo voltou ao normal.
Fui para meu quarto fazer a minha lição de física e liguei para Dani, pra ver se ela podia me passar a matéria que eu havia perdido indo embora das últimas aulas.
Ela trouxe seus 2 cadernos até a minha casa, que ficava em média uns 3 quarteirões de seu apartamento.
Agradeci e corri de volta à minha escrivaninha para passar tudo à limpo.

No dia seguinte, com mais tempo para conversar com Dani, contei à ela quem havia encontrado na rua e pedi para que ela guardasse segredo. Imagine se ela passa essa notícia a alguém e já logo irão achar que estou tendo um 'caso' com Justin.
Ela me disse que ele têm milhões de fãs chamadas 'Beliebers' e que elas não acham nada agradável quando ele aparece com uma nova garota, ou é clicado perto de uma. E que se eu estivesse afim de conhecer novos lugares com ele, não era pra eu desperdiçar essa chance, já que ela não faria o contrário.

Passaram-se 2 dias e eu não vi Justin. Nem sinal dele para irmos a tal praça. Eu comentei com minha mãe quem eu havia encontrado na rua e ela ficou maravilhada. Ela me disse que acha legal o fato de a primeira pessoa que conheci em Atlanta seja um famoso, e além disso, me disse que se eu quisesse falar com ele, eu poderia, mas também me alegou que é difícíl ser amiga dele pessoalmente e ficar com essa fama de 'apenas colega' na mídia.
Poxa, eu sou uma garota que nunca beijou na boca de ninguém e que nunca saiu com um garoto. Eu não estava eufórica para dar meu primeiro beijo nele, ou coisa parecida. Eu só queria poder saber como é a vida de alguém que é motivo de muitas garotas serem felizes e fortes em um relacionamento.

Quando voltei da escola, minha mãe pediu para que eu caminhasse até a farmácia para comprar um vidro de acetona, pois ela havia derrubado o seu último frasco e a acetona estava derramada ao chão.
Nem estava imaginando a hipótese de Justin Bieber aparecer neste exato momento para vir me cumprimentar. Eu estava com a cabeça na farmácia e na acetona, e sinceramente, mesmo que eu estivesse pensando nele, eu consideraria o fato de não ser lembrada, pois acredite... É tanta gente pedindo autógrafo e foto para o coitado, que eu podia ser só mais uma na rua, se ele me reencontrasse.

Mas ele apareceu. Estava de bermuda, óculos escuros, e cabelo molhado. Parecia que havia voltado da piscina, ou coisa parecida.
Me cumprimentou, e disse:
- Luisa, que bom te ver por aqui. E o convite? Ainda não tem uma resposta?

Eu sorri e disse:
- Hey Justin! É bom te ver por aqui também... Ah, eu aceito sim... Por que não? (risos)
Mas agora estou indo à farmácia comprar uma coisa para minha mãe. Ela está precisando disso no momento. (risos)

Justin me perguntou preocupado:
- Do que ela precisa? Ela está doente? Precisa de um remédio?

E eu disse:
- Hahahaha, não! Coisa de mulher... Ela estava pintando suas unhas e borrou seu esmalte, mas quando foi pegar a acetona, virou o vidro e me pediu para que eu comprasse um novo. Ela não vive sem as suas unhas feitas. Hahaha!

Ele sorriu, e falou:
- Ah, como não? Tenho uma mãe, uma madrasta, uma irmã, e milhões de fãs! Sei como é o capricho das garotas... Quer uma carona? A farmácia não é tão próxima... Eai?

Respondi indecisa:
- Pode ser, se você ofereceu, por que não aceitar? (risos)

Quando entrei em seu carro, não pude deixar de ficar inacreditada e soltei:
- Justin, este carro é enorme. Nunca tinha entrado em um igual. Já havia visto uns mais estranhos do que esse, e já vi algumas limusines, mas o seu carro é diferente. Não sei por que mais ele chamou minha atenção, hahahaha!

Ele respondeu:
- Sabe... Todos me dizem isso! Me dizem que eu sou muito novo para dirigir um carro desse porte, que eu não tenho responsabilidades e que é um disperdício um carro desses vir parar em minhas mãos. Mas quer saber? Eu não ligo para o que os outros pensam de mim. Agora mudando de assunto... Você fala bem o inglês, mas percebi que seu sotaque é diferente. De onde você veio?

Eu rapidamente contei uma breve história:
- Ah, eu sou brasileira, com pais também brasileiros, mas não vivo no Brasil por causa do emprego de meu pai. Nós mudamos de área a cada 2 anos e quase já rodei o mundo inteiro.
Não gosto muito desse estilo de vida, de pé na estrada e de ficar mudando de casa, de vida e o pior: De amigos! Acabei de voltar da Dinamarca, e como já disse, sou nova pela América. (risos)

Justin pareceu mais interessado, dizendo:
- Jura? Eu tenho muitas fãs do Brasil... Na verdade, a maioria delas são da mesma nacionalidade que você. Elas são as mais carinhosas e loucas do mundo. São muito atraentes e inteligentes também, do jeito que eu gosto.
(Ele olhou pra mim como se estivesse dando uma indireta, e ao mesmo tempo, me encarava.)

Comentem Beliebers :)

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